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Mais de dois milhões de funcionários públicos ingleses se declararam em greve na quarta-feira, 30 de novembro. Isto praticamente equivale a uma greve geral do setor público. Em relação as cifras, a ação foi maior do que o “inverno do descontentamento”, em 1979, inclusive maior que a greve geral de 1926.

A cada dia que passa, a crise econômica da Europa está se transformando em uma profunda crise política.

A Itália e a Grécia têm ambos novos governos – governos de “unidade nacional”, que prometeram resolver a crise econômica e financeira que abalou a Europa em seus alicerces. Que são estes supostos governos tecnocráticos e que representam?

Em 21 de março de 1919, a República Soviética Húngara foi proclamada. Em 1º de agosto, 133 dias após, este heróico capítulo da história da classe trabalhadora húngara foi encerrado com a entrada do Exército Branco romeno em Budapeste. Fosse o proletariado húngaro bem sucedido, o isolamento da República dos Trabalhadores Russos não teria ocorrido.

Em uma forte declaração os trabalhadores do sindicato grego GENOP-DEI anunciaram que vão se recusar a cumprir ordens do governo para cortar o fornecimento de eletricidade a clientes que não podem pagar o novo imposto sobre propriedade.

A formação do governo dirigido pelo burocrata Lucas Papademos é o resultado do impasse econômico e político que o capitalismo grego se encontra e representa o esforço desesperado da classe dominante em subjugar a classe operária

Os marxistas já explicaram anteriormente que a atual crise econômica não é apenas uma parte de uma crise cíclica do crescimento e de recessão, mas uma crise orgânica do capitalismo, e que o crescimento econômico não pode ser gerado apenas pela vontade

A tarefa que enfrentam os trabalhadores e os jovens egípcios é, portanto, tomar o poder em suas próprias mãos – tanto política quanto economicamente – e não o de depositar sua confiança em nenhum dos amigos de última hora da revolução.

A zona do euro está atravessando a crise mais grave de toda sua história. Depois da Grécia vem a crise italiana. Isto coloca um grande ponto de interrogação sobre o futuro do euro.

Com a presente instabilidade e turbulência que está agitando sociedades, uma transformação revolucionária pode desencadear uma onda de revoltas que saltará de um país após o outro.

Publicado pela Editora Marxista, o livro “Devolvam nossa Previdência” foi originalmente escrito e publicado por Serge Goulart em 2001 (com 4 edições e mais de 500 palestras realizadas em todo o Brasil a convite de sindicatos, federações, congressos de trabalhadores, assembleias legislativas, etc.).

Na Itália sob Mussolini, formalmente falando, havia “sindicatos”. Contudo, eram sindicatos atrelados ao Estado, isto é, instrumentos do Estado. Então, não se devem confundir esses “sindicatos” com os sindicatos genuínos. Mesmo assim, os comunistas trabalharam com êxito dentro deles.

O movimento indígena na Bolívia realizou em setembro manifestação contra a construção de uma estrada na Amazônia boliviana que impactará negativamente suas vidas. El Militante - seção boliviana da CMI relata a brutal violência lançada contra a sua luta.

Trazemos abaixo a carta de uma estudante da Universidade de Nova Iorque (NYU), Cecília Gingerich, que participou da Universidade da Sociedade Marxista de Londres na primavera de 2010. Ela é agora uma participante no Ocupar Wall Street